quarta-feira, 10 de julho de 2013

Entenda como a cevada é transformada no malte da cerveja

Campo de cevada, cereal que se transforma no malte
Campo de cevada, cereal que se transforma no malte
Quase toda colheita de cevada do país é direcionada para a fabricação de cerveja em escala industrial e para o crescente mercado da bebida artesanal. Entenda como esse cereal se transforma em malte, considerado a alma da cerveja.
Depois de colhida, a cevada segue para a maltaria, onde é classificada e testada, antes de ser germinada para se transformar em malte. A aplicação de um reagente indica o percentual de germinação da cevada. 
Para ser usada pela indústria cervejeira, ela deve ter um teor mínimo de 95% de germinação. Se for inferior, o grão segue para a ração animal. A análise é feita por meio de amostras de cada lote entregue aos laboratórios para essa finalidade.
O cuidado precioso se explica porque o malte é considerado a alma da cerveja.  Depois de testados, os grãos são depositados em um ambiente no qual a umidade e a temperatura são controladas. 
Lá ficam cerca de quatro dias, até que comecem a germinar. Quando os grãos brotam, interrompe-se imediatamente esse processo e eles – já transformados em malte verde - são secos ou torrados. 
Dependendo da intensidade da seca e da torra é que o malte adquire determinadas características de coloração e aroma que pode ser de caramelo, café, chocolate, frutas secas, entre outros. 
Depois de produzido, o malte segue para a cervejaria, onde ocorre a produção do mosto e são adicionados o fermento, o lúpulo e a água.
uol

País produz mais cevada, anima cervejarias, mas preço da bebida não cai



O Brasil deve colher 19% mais de cevada em 2013 (342,4 mil toneladas) em comparação com o ano passado, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Mas o aumento da safra na matéria-prima da cerveja não se traduz em redução de preços da bebida para o consumidor. Afinal, o Brasil importa todos os anos quase o equivalente da produção do cereal da Argentina e do Uruguai.
A escassez de cevada é uma das principais dificuldades do setor. O país produz apenas um terço do que necessita.
Mesmo assim, a colheita maior soa como uma boa notícia para pequenos produtores de cerveja artesanal, como David Michelsohn. No mês passado, ele lançou a cerveja Júpiter, de aroma cítrico e que por enquanto tem produção de 1.800 litros mensais. "Devo ser a menor do Brasil", diz. 
Por essa razão, Michelsohn se interessa por todos os processos que envolvem a cerveja. E a cevada é considerado a alma dessa bebida.
O cereal cujo cultivo é mais expressivo na região Sul é basicamente direcionado para a indústria cervejeira. Por meio dele que se extrai o malte, fundamental para a obtenção da bebida -por sinal, o país produz 13,5 bilhões de litros por ano, atrás apenas da China e dos Estados Unidos.
Embora a maior parte da produção nacional seja consumida pela AmBev, gigante de bebidas da América Latina, o aumento da colheita não deixa de ser animador para as microcervejarias artesanais.
As 200 pequenas fábricas existentes no país, contabilizadas pela Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) atendem a procura do brasileiro que passou a se interessar pelos aromas diferenciados da bebida artesanal mesmo que sejam mais caras.
A recém-lançada Júpiter custa R$ 12 (garrafa de 310 ml) contra R$ 3,50 de uma lata (350 ml) de uma bebida de escala industrial.
"Não é modismo", avalia Alexandre Bazzo, sócio da Bamberg, em Votorantim (SP), microcervejaria fundada em 2005 com investimento de R$ 1,5 milhão, que já ganhou importantes prêmios internacionais. 
Bazzo, que é sócio de dois irmãos, acompanha de perto a evolução do setor. Segundo ele, a Bamberg cresce 30% ao ano e registra uma produção de 50 mil litros mensais.
Esses produtores têm noção do espaço que ocupam e, por essa razão, não se veem como concorrentes das cervejas industriais. Representam apenas 0,15% do mercado tradicional e podem chegar aos 2% em dez anos, segundo a Abrabe.
"Não me vejo como incômodo para ninguém", diz Michelsohn que por ora aluga parte da estrutura de outra cervejaria para fabricar seu produto.
UOL

segunda-feira, 1 de julho de 2013

IPA Day Brasil 2013





Pessoal,

Todos os pontos de venda já estão com ingressos, agora é para valer!

Ingressos limitados, não perca a chance de deixar a sua vida um pouquinho mais amarga!!

Data: 03 de agosto de 2013
Horário: 12:00 as 20:00
Local: Espaço de Eventos Parthenon – Av. Independência, 5000

Valores: (Nos pontos de venda físicos só serão aceitos pagamentos em dinheiro, cartões somente na internet.)

1º lote: R$ 90,00
2º Lote: R$ 110,00
3º Lote: R$ 130,00
No valor dos ingressos está incluso o copo do evento e open bar de todas as cervejas e água. Quem quiser comer os pratos temáticos do evento será cobrado a parte.

Cervejarias já confirmadas na festa (outras estão por vir)
- Colorado
- Bodebrown
- Dama
- Invicta
- Seasons
- 2 Cabeças
- Way
- Cervejaria Nacional
- Dortmund

Atrações musicais:
- Microbius Experience (Uma das mais curtidas Banda de rock de Ribeirão Preto, sucesso total na festa de 2012)
- Fred Sun Walk (Um dos principais nomes do Blues contemporâneo de São Paulo)

Estes são os lugares onde vocês poderão comprar os ingressos:

Ribeirão Preto:
- Cervejarium: Av. Independência, 3242. TEL (16) 3911-4949
- Empório Biergarten: Av. Lygia Latuf Salomão, 605. TEL (16) 3237-0722
- Bar Vila Dionísio: R. Eliseu Guilherme, 567. TEL (16) 3610-7416

São Paulo:
- Empório Alto dos Pinheiros: Rua Vupabussu, 305. TEL (11) 3031-4328
- Cervejoteca: Rua Sena Madureira, 749. TEL (11) 5084-6047

Campinas:
- Bar Brejas - R. Conceição, 860. TEL (19) 3251-7912

Rio de Janeiro:
- Boteco Colarinho - Rua Nelson Mandela, 100 - Loja 127. TEL (21) 2286-5889

Curitiba:
- Cervejaria Escola Bodebrown - Rua Carlos de Laet, 1015. TEL (41) 3082-6354

Na internet:
- https://www.sympla.com.br/ipa-day-brasil-2013__13344